Não sou escritora ou poetisa, mas gosto de rimar história vivida porque parece que suaviza a trajetória de uma vida. E entre uma história e outra tem pitaco sobre a vida.Gosto de rimar a minha vida e a dos outros também. Fique à vontade por aqui.
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O preconceito é uma semente que disseminada
gera uma planta feia, mas se devidamente podada,
gera botões viçosos e florescentes.
As redes sociais são verdadeiras ruas, onde transitam pessoas reais em busca de interações digitais. Algoritmos trazem avenidas maravilhosas e também levam a esquinas maliciosas. Existe um mundo que não gosta delas , mas todo mundo pode passar por elas. As ruas são verdadeiras redes sociais, onde transitam pessoas reais mergulhadas em tecnologias digitais. Cada qual no seu ritmo, pelas avenidas também passa por esquinas maliciosas. As ruas e as redes são passíveis de cautelas, mas todo mundo pode passar por elas. Nilceia Herculano
Obs:ninguém dá alimentos para eles , eles vêm porque aqui os quintais têm as frutas que eles deveriam comer no habitat deles . Não podemos cortar árvores frutíferas por causa de animais silvestres. Temos pés de bananeiras,as preferidas dos saguis, pés de ameixas ,os jacus adoram.Mangueiras , abacateiros e por aí vai...ah , e as goiabeiras. Essa situação criada já não é um problema só nosso.É ruim para todo mundo daqui , aliás , o mundo todo está vivendo isso. As pessoas lêm mas não interpretam o que a gente escreve. Nunca disse que damos alimentos a eles. Ninguém tem contatos físicos com eles. Convivências que eu disse são visuais e não físicas. Não acho os saguis bonitos e muito menos os jacus.Espero que se vão. As borboletas é que são bonitas , bailam silenciosamente e não perturbam ninguém. ...
O vento soprava as roupas no varal, exalando um perfume floral,pelo quintal. Fazendo meu dever de casa numa mesinha, eu sentia o aroma do café, vindo da cozinha. Minha mãe fazia o café pontualmente aliás, cozinhava divinamente! De matemática só faltava resolver um problema, mas eu ainda teria que ler "Iracema ". Lá de fora veio um grito de gol: era meu pai, ouvindo o jogo de futebol. Ele tinha um radinho à pilha,verde , e muitas vezes quase o derrubei da parede. Carrinhos de rolimãs desciam a ladeira, eram meus irmãos, na brincadeira. E quando a temporada de pipas chegava até a puxar a linha das árvores eu ajudava. Eles não ligavam muito para o dever, achavam que já sabiam ler e escrever. E, ficavam de castigo sempre no final da aula , fazendo o dever de casa ,lá na escola. Nem era por querer que não faziam, era tanta euforia, e eles se esqueciam. Só quando a Siderúrgica indicava a hora é que toda a criançada da rua...
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